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Endodontia: Depressa e bem, haverá quem?

A sua clínica nas redes: o que diz a Neurociência?

As primeiras Noites da SPEMD já têm data agendada. A primeira realiza-se no próximo dia 7 de fevereiro, no Porto, e vai ser conduzida por Ana Sezinando. O tema? Dentisteria – Estratégias adesivas atuais: classificação e aplicação clínica.

A segunda está agendada para 21 de fevereiro, às 21h00, na sede da SPEMD, onde Filipe Aguiar vai centrar atenções na Endodontia – Simplificar a Exigência. Depressa e bem, haverá quem?

“A Endodontia tem vindo a sofrer, a vários níveis, uma tremenda evolução. Os últimos 50 anos transformaram um tratamento tecnicamente muito exigente e por muitos questionável, num tratamento previsível e ao alcance de todos. A evolução da indústria, das ligas metálicas e do design industrial, permitiram uma atualização das técnicas e consequentemente das filosofias e protocolos. Hoje, temos instrumental que nos permite simplificar todo o tratamento, desde o acesso à obturação tridimensional dos canais. A sessão única é hoje uma realidade incontornável”.

“Mas se reduzimos o tempo de tratamento, simplificando as técnicas, será possível também simplificar a exigência? A remoção de todo o conteúdo pulpar, a redução ou eliminação dos microorganismos que colonizam o espaço canalar, a correta preparação e obturação dos canais deverá ser sempre o objetivo máximo. Toda esta mudança de mentalidade com vista à facilitação e generalização do tratamento endodôntico só poderá ser ponderada se for acompanhada da teoria científica que a suporta. Fazer com que cada minuto valha por mais, potenciando e maximizando cada passo, é a única maneira de encurtar o longo e exigente caminho para o sucesso do tratamento endodôntico”.

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