De 68 seringas reutilizáveis testadas para a presença de microrganismos, quase 40% continha bactérias mesmo depois de esterilizadas. De acordo com os investigadores, o nível de contaminação não diminuiu apesar do número de esterilizações.
Segundo os autores do estudo, uma das principais razões para a contaminação com bactérias é o uso de seringas reutilizáveis que continuamente são expostas a humidade durante os tratamentos, o que vai desgastando o material e tornando-o mais propenso à acumulação de bactérias.