A ocorrência deu origem a um processo-crime, tendo a Ordem dos Médicos Dentistas (OMD) requerido a sua constituição como assistente, de forma a “intervir e colaborar com as autoridades de polícia criminal na investigação do caso”, sublinha numa nota online.
A OMD considera “inconcebível e intolerável a cumplicidade demonstrada por médicos dentistas no encobrimento de situações de exercício ilegal nas suas próprias clínicas”. A OMD acredita que em causa está a “defesa da dignidade e do prestígio da medicina dentária no seio da comunidade, bem como a idoneidade para o exercício desta profissão”.
Segundo os Estatutos da OMD, se o jovem estudante for condenado pela prática de crime de exercício ilegal da profissão, a Ordem pode recusar um futuro pedido de inscrição “pelo prazo de cinco anos”.


