Storkey descobriu uma maneira de converter açúcares, como a glicose, em derivados que podem ajudar na proteção contra a aterosclerose, um dos tipos de doenças cardíacas mais comum, segundo noticia o portal Alert-online. “Os nossos compostos de açúcar-selénio eliminam um grupo de ácidos (hypohalous) altamente reativos que pode danificar os tecidos quando produzidos no lugar errado, ou na hora errada, ou em quantidades excessivas”, explicou Carl Schiesser, coautor do estudo. Para os investigadores, estes compostos de açúcar-selénio podem evitar que aqueles ácidos danifiquem os aminoácidos do plasma humano, o que poderá interromper o processo de desenvolvimento de doenças.
A equipa de investigação está agora a tentar aperfeiçoar o fabrico deste novo açúcar, com o intuito de ser usado como fármaco. O cientista refere que, embora ainda não tenham financiamento, irão avançar com testes em ratos de laboratório e que “dentro de três a quatro anos” começarão os testes em humanos.