Jonathan Pratten liderou o estudo que concluiu que os aparelhos móveis são os dispositivos que manifestam riscos “especialmente altos” de contaminação, devido sobretudo a serem frequentemente retirados da boca.
As bactérias Candida e Staphylococcus aureus são os micro-organismos mais prevalentes nas bocas dos utilizadores de aparelhos. Em quantidades aproximadas, as duas bactérias foram encontradas entre 50% e 66,7% dos casos analisados. “Com a crescente consciencialização que o público tem das infeções adquiridas em ambientes hospitalares é importante que também esteja alerta para outros ‘reservatórios escondidos’ de bactérias nocivas que podem causar problemas”, afirma Jonathan Pratten num comunicado divulgado com o estudo.
As soluções para o problema passam invariavelmente por uma melhor higiene oral, acompanhada da utilização de produtos de limpeza eficazes.