O estudo envolveu 28 homens com uma média de idades de 27 anos, que foram sujeitos a estímulos elétricos repetitivos na mandibula esquerda.
Na primeira fase da experiência, todos os participantes receberam 30 estímulos durante cinco minutos e metade receberam uma injeção submucosa de 4% de articaína anestésica, enquanto a outra metade dos participantes recebeu um placebo.
Na segunda fase, os estímulos foram aplicados durante 16 minutos, período durante o qual os participantes indicaram o seu nível de dor através da ativação de um alarme. A atividade cerebral antes e depois da injeção de anestésico foi depois comparada.
De acordo com os resultados, o alívio da dor ocorreu cerca de 4,5 minutos depois da injeção de articaína no primeiro grupo, enquanto o grupo que recebeu o placebo não reportou sentir alívio da dor.
Na segunda fase do estudo, no entanto, verificou-se que o córtex insular do cérebro foi ativado no grupo que recebeu o placebo, o que sugere que existe um papel significativo do cérebro no alívio da dor.