Um grupo de investigadores portugueses publicou recentemente na revista científica Journal of Prosthodontic Researchum um estudo que estima o impacto dos fatores de risco da doença peri-implantar e que cria, pela primeira vez, uma pontuação de risco, ou ‘risk score’, para determinar o risco de desenvolvimento da patologia peri-implantar.
O estudo [1] incluiu uma amostra de 1275 pacientes e criou um modelo de acordo com fatores como historial de periodontite, placa bacteriana, sangramento, nível ósseo, restauração metálico-cerâmica, proximidade a outros implantes/dentes e hábitos de consumo de tabaco.
De acordo com os resultados, “seis fatores podem ser modificados ou controlados diretamente ou pelo paciente ou pelo clínico, podendo resultar numa redução de até 95% dos casos de patologia peri-implantar. Os rácios de probabilidade positivos e negativos foram de 9.69 e 0.13, respetivamente”.