Ana Jorge considera que há situações complexas, como “a grande desmotivação da parte dos profissionais”, que podem comprometer uma “saúde de qualidade”. A médica pediatra considera que o Governo deve colocar acima de todas as prioridades um serviço de saúde competente, que não seja afetado pelas restrições orçamentais, mais do que previsíveis, no Orçamento de Estado para o ano de 2013.
Reconhecendo que é necessário efetuar alguns cortes orçamentais, Ana Jorge comentou que “os cortes na saúde não podem ser feitos de uma forma geral” e que “têm de ser cirúrgicos”.