Destaque ainda para a presença de países como Brasil. China, Estados Unidos, Dinamarca, Malásia ou Russia.
Aliás, a internacionalização do evento faz parte dos objetivos a longo prazo de María José Sánchez, diretora da Expodental. “Gostaríamos de internacionalizar mais o evento, tanto a nível dos expositores, como de visitantes. Queremos trazer visitantes de outros países, como o mercado asiático e ibero-americano”.
Apesar da crise, a organização mostrou-se satisfeita e fez um balanço positivo do evento. “Dizem que o setor dentário está em crise e que as vendas baixaram, mas a feira está igual em termos de área de exposição e no número de inscritos. Inclusive tivemos mais inscrições online do que na edição anterior (cerca de três mil novas inscrições) o que representa uma tendência crescente para o uso das inscrições online”, refere María José Sánchez.
A promoção do evento em Portugal fez com que muitos profissionais portugueses marcassem presença no evento. “Portugal é um mercado prioritário. Todos os setores estão a pedir para darmos prioridade a Portugal, algo se está a passar no vosso país”, comenta María José Sánchez.
Óscar Batista, gerente da Batadec, foi um dos portugueses que marcou presença no evento. “Felizmente já fizemos bons negócios com médicos portugueses. Fizemos o nosso trabalho de casa, distribuímos convites em Portugal e o resultado está à vista”.
O aumento das vendas pode estar relacionado com o receio do aumento do IVA em Espanha, algo que pode estar para breve. “Neste momento, o setor sanitário em Espanha está com o IVA a 10%, mas em janeiro foi aprovada a subida do IVA para 21%. Tivemos receio que o aumento fosse aplicado na prática antes da feira e aí sim, ia ser uma desgraça”, refere Óscar Batista. “Como ainda não se concretizou acaba por potenciar os negócios na feira, porque os visitantes estão com receio do aumento do IVA, querem aproveitar para fazer a faturação antes do aumento dos impostos”.
Nota: Ler a reportagem na íntegra na edição de Março/Abril da SAÚDE ORAL.


