A ausência destes dentes leva a complicações ao nível funcional, para além das implicações estéticas, na medida em que pode causar a atrofia do maxilar. Está ainda por descobrir qual a origem genética da doença.
Em Portugal, não há qualquer referência quanto à frequência com que surgem associadas a outras alterações no complexo dento-facial.
O estudo teve por base uma amostra de mais de 16 mil processos clínicos e indicaram que 1,3% da população portuguesa sofre de agenesia dos incisivos laterais superiores.


