O documento apresentado esta semana estabelece que, em caso de não funcionarem como o esperado, os medicamentos ou dispositivos inovadores podem ver o preço alterado ou ficar sem qualquer tipo de comparticipação por parte do Estado. Porém, se um medicamento apresentar resultados benéficos à saúde, a compensação será maior e o tratamento alargado a mais doentes.
Para já, este sistema vai centrar-se em hospitais, mas espera-se que seja ainda aplicado a farmácias e centros de saúde.