Segundo noticiou o “Alpha Galileo”, enquanto procuravam a armação mais adequada para ser usada na engenharia de cartilagem de células estaminais embrionárias de ratinhos de laboratório, os investigadores seleccionaram um material cerâmico comummente utilizado no preenchimento ósseo.
Posteriormente, em ambiente laboratorial, as células estaminais embrionárias de ratinhos foram implantadas naquele material cerâmico, possibilitando a formação de cartilagem.
As células foram induzidas no caminho da formação de cartilagem, o que viria a acontecer após a sua implantação debaixo da pele do ratinho, acabando por se transformar em osso.
Assim sendo, de acordo com os investigadores, a formação óssea através da cartilagem enquanto modelo é um método eficiente e inesperado.
Além disso, esta é a forma como a maioria dos ossos nos embriões são formados. O crescimento ósseo em crianças também ocorre através deste processo, conhecido como ossificação endocondral.
Os investigadores demonstraram ainda que o tecido ósseo também é formado em defeitos ósseos. Para o demonstrar, uma armação com células que já se haviam formado em cartilagem foi implantada num rato com um defeito no crânio. Além disso, por debaixo da pele, também se formou osso neste defeito.