De acordo com Marcelo Viola, a microdontia, a macrodontia e a hipodontia são exemplos de malformações que já estão inscritas na genética de uma pessoa ainda antes do crescimento da dentição permanente.
“Geralmente as malformações dentárias têm um forte componente genético e hereditário, embora fatores ambientais também tenham influência”, refere o médico dentista. “Entre 4% e 15% da população mundial tem algum problema relacionado à falta ou ao crescimento anormal de um ou mais dentes, principalmente os permanentes. Geralmente não são problemas graves, mas podem significar prejuízo para as funções bucais e até impactar a harmonia do sorriso quando não diagnosticados ainda na infância e tratados adequadamente”.


