Em causa está a lei de exceção orçamental exigida pela troika, que impede os centros hospitalares de assumirem despesas que não possam pagar no prazo máximo de três meses, avança a rádio TSF.
Vários administradores admitem abandonar o cargo por entenderem que esta lei “é impossível de cumprir” e não querem vir a ser responsabilizados civil e criminalmente, por incumprimento, tal como estabelece o diploma.
Atualmente, a maioria dos hospitais está em défice orçamental e vive do crédito para comprar medicamentos e equipamentos médicos, situação que se agrava pelo atraso na transferência de verbas e pelas dívidas que o próprio Estado tem aos hospitais.