De acordo com a tecnológica estas nanopartículas, ao serem ingeridas através de uma cápsula, podem transmitir informação sobre células doentes para um computador equipado com sensores.
A GoogleX, departamento responsável pela investigação, está a estudar se as micro partículas (ou nanopartículas) no “fluxo sanguíneo e um dispositivo equipado com sensores especiais podem ajudar os médicos a detetar a doença quando ela se começa a desenvolver no corpo”, referiu recentemente a empresa.
De acordo com os especialistas podem ainda faltar entre cinco a sete anos até ao projeto estar concluído.


