A investigação, liderada pela professora de Epidemiologia e Promoção de Saúde daquela instituição, Ananda Dasanayake, analisou o caso de 256 mulheres no New York’s Bellevue Hospital Center, durante os primeiros seis meses de gestação. Vinte e duas mulheres desenvolveram DMG, apresentando níveis maiores de bactérias e inflamação, em comparação com as outras mulheres analisadas.
«O facto da gengivite poder contribuir para a diabetes gestacional significa que as mulheres devem consultar um médico dentista caso planeiem engravidar, bem como depois de estar grávidas», aconselhou Dasanayake. «Tratar a gengivite durante a gestação está provado ser mais seguro e eficaz na melhoria da saúde oral feminina e minimiza potenciais riscos», frisou, no public release, a autora.
Além disso, «no futuro, podemos vir a assistir a um aumento de investigações sobre a relação existente entre estas duas condições, envolvendo outros grupos de alto risco, como as mulheres asiáticas a as nativas americanas».
Apesar da DMG desaparecer após a gravidez, as mulheres que sofreram de diabetes gestacional são mais susceptíveis de vir a desenvolver a forma mais comum de diabetes, conhecida como diabetes tipo 2, ao longo da sua vida.
Grávidas com doença periodontal mais susceptíveis de desenvolver diabetes mellitus gestacional
As mulheres grávidas que sofrem de doença periodontal são mais susceptíveis a desenvolver diabetes mellitus gestacional (DMG), quando comparadas às grávidas com gengivas saudáveis, revelou uma equipa de investigadores dentários, da Universidade de Nova Iorque. O estudo, publicado na edição de Abril do “Journal of Dental Research”, foi noticiado num public release.


