A farmacêutica GSK está a comemorar 15 anos de presença no mercado português, onde conta com duas áreas de negócio – farmacêutica e Consumer Healthcare. No seu conjunto, a GSK emprega 252 pessoas, comercializa cerca de 300 medicamentos e produtos de saúde e faturou, em 2015, 150 milhões de euros.
De acordo com Eduardo Pinto Leite, diretor-geral para a área farmacêutica da empresa, “ao longo destes 15 anos colaborámos com as autoridades de saúde e não só, no sentido de poder disponibilizar vacinas que previnem doenças importantes, medicamentos que transformam, significativamente, a qualidade de vida dos doentes e diversos produtos de saúde que respondem aos cuidados diários essenciais das pessoas”.
“Nesta década e meia, a sociedade transmitiu-nos alguns sinais que apreendemos com clareza: necessidade de maior transparência nas relações entre a indústria farmacêutica e os seus interlocutores; dum maior acesso ao resultado da investigação clínica realizada; e dum maior esforço para que mais pessoas tenham acesso aos medicamentos e produtos de saúde”, acrescenta.
“Foi nesta senda que a GSK transformou o seu modelo de negócio, significativamente, e de forma pioneira na indústria farmacêutica. Desde o início de 2016 que deixámos de pagar a profissionais de saúde para falarem sobre os nossos medicamentos e que acabámos com pagamentos diretos para participarem em congressos. A educação médica continua a ser uma importante prioridade para nós. Mas implementámos uma nova forma de o fazer, que acrescenta o termo ‘independente’ à educação médica. Prosseguimos o apoio a organizações médicas reputadas que decidirão o quê, como e quem é elegível para programas de educação, sem qualquer influência da GSK. É um passo ousado, atrever-me-ia a dizer, porque tanto quanto sei é ainda único entre as empresas do sector.”
A GSK refere que foi “a primeira companhia farmacêutica a disponibilizar informação sobre ensaios clínicos, independentemente dos seus resultados se revelarem positivos ou negativos, convicta de que esta abordagem permite que outros conduzam nova investigação e que se maximiza, desta maneira, a participação generosa de milhares de voluntários e doentes que colaboraram nos estudos conduzidos pela empresa.”
Já em 2004, a empresa criou um registo de ensaios clínicos online onde disponibiliza informação sobre os ensaios que conduz.
“Temos desenvolvido estratégias responsáveis e sustentáveis de fixação de preços para os nossos medicamentos e vacinas que permitam um duplo ganho: valor para os doentes, sistemas de saúde e sociedade; e uma sustentabilidade que advém da capacidade dos governos para pagar estes medicamentos e vacinas. Temos aplicado estratégias inovadoras que refletem este nosso compromisso de aumentar o acesso aos nossos produtos, independentemente do lugar do mundo onde se encontrem os nossos doentes ou do seu poder de compra”, revela ainda Eduardo Pinto Leite.