O estudo, realizado por investigadores israelitas e chineses e publicado no British Journal of Câncer, envolveu 37 doentes com cancro no estômago, 32 com úlceras estomacais e 61 com outras queixas relacionados com este órgão.
A equipa de investigação está agora a desenvolver um estudo com uma amostra maior de pacientes de forma a validar o teste.
Atualmente, o cancro no estômago é diagnosticado com recurso a uma biópsia efetuada através de uma sonda e de uma câmara flexível colocada a partir da boca, um processo desconfortável para os pacientes.
Este teste, agora analisado, procura no hálito perfis químicos que são exclusivos dos pacientes com cancro estomacal.