Em declarações à agência Lusa, a ministra revelou que a “situação ainda não foi reposta e regularizada, apesar de o Ministério da Saúde e das Finanças terem dado indicações nesse sentido”.
Em causa está uma suposta “questão informática” que estará a impedir que os pagamentos sejam feitos corretamente. “Estimamos que o problema esteja resolvido no próximo mês”, garantiu Ana Jorge.
Estima-se que 40 mil clínicos e enfermeiros estejam a ser penalizados com o atraso na regularização dos pagamentos.