De acordo com o “Correio da Manhã”, o organismo tutelado pelo Ministério da Saúde, desperdiça recursos e perde o investimento profissional.
Estima-se que 1500 técnicos não exerçam a profissão, sendo que cada formação custa entre 500 a 1000 euros, totalizando aproximadamente 1,5 milhões de euros.