“Numa primeira fase as bactérias causam apenas inflamação da gengiva e consequentemente uma gengivite. Se esta situação inicial não for resolvida as bactérias podem também atingir o osso e, nessa altura, causar uma periodontite”, indica o Instituto de Implantologia em comunicado.
De acordo com a organização, para erradicar a doença devem ser feitas várias consultas para se proceder a um diagnóstico e, de seguida, a procedimentos de destartarização e alisamento das raízes dos dentes de forma a remover todas as bactérias que se encontram na sua superfície. Em situações em que a doença se encontra mais avançada pode ser necessário recorrer a pequenas intervenções cirúrgicas mediante a utilização de anestesia local.
“Os pacientes que apresentam, ou que já apresentaram, este tipo de doença são suscetíveis de voltar a apresentá-la, por isso é fundamental o acompanhamento por clínicos diferenciados nesta área para a realização de consultas de controlo, que evitem que o problema reapareça. Além de visitas periódicas ao seu médico dentista e da adoção de corretos hábitos de higiene, o Instituto recomenda que (…) fique atento a sintomas como mau hálito, gengivas com aspeto vermelho vivo ou arroxeado, gengivas com aspeto brilhante, gengivas que sangram com facilidade (principalmente durante a escovagem), gengivas sensíveis ao toque, mas que não doem de outra forma, dentes soltos e gengivas inchadas”, conclui o comunicado.