A celulose bacteriana é uma matéria quimicamente idêntica à vegetal, mas produzida no estado puro por microorganismos. “A utilização de celulose bacteriana poderá tornar o processo cirúrgico mais seguro, uma vez que apresenta um risco de formação de coágulos sanguíneos menor do que o observado com outros materiais”, explica Miguel Gama, coordenador do projeto.
O aperfeiçoamento da substância “poderá mitigar os problemas de incompatibilidade que possam causar tromboses agudas no momento do implante, tornando o processo cirúrgico e pós cirúrgico mais seguro”.