Este método de diagnóstico é 168 vezes mais rápido do que os testes comuns, 26.000 vezes mais barato, 400 vezes mais sensível à deteção da doença e apresenta uma escala de 90% de sucesso no diagnóstico de doenças cancerígenas. A investigação foi feita na Universidade John Hopkins, em Baltimore, pelo jovem que tem apenas 15 anos e que já foi distinguido com vários prémios.
A vontade de melhorar as atuais formas de tratamento de cancro surgiu após o falecimento de um amigo de Jack Andraka. “Interroguei-me sobre como é possível alguém passar de uma pessoa saudável para um doente terminal em apenas três meses”, explicou numa conferência de TED Talk.
Jack Andraka investigou sobre os atuais sistemas de diagnóstico e os níveis de morte associados às doenças cancerígenas, tendo descoberto que 85 % das pessoas morrem devido a um diagnóstico tardio e que os avanços mais recentes em técnicas de diagnóstico tinham 60 anos.


