Um comunicado divulgado por aquela instituição refere que existem “evidências da provável participação de componentes bacterianos associados à infeção periodontal e/ou dos seus produtos, bem como de componentes bioquímicos associados ao processo inflamatório periodontal, reversamente influenciando o nascimento de bebés prematuros de baixo peso corporal.”
Na gravidez, alguns estudos têm sugerido a possibilidade de um fator de risco adicional – doença periodontal. “As mulheres grávidas que têm doença periodontal podem ser mais propensas a ter um bebé prematuro e muito pequeno. Isso porque o organismo responde à agressão das bactérias liberando mais prostaglandina, hormona natural que induz o parto.”