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María José Sánchez, diretora da Expodental – A indústria bucodental está a realizar um importante esforço de inovação

Quais são as expectativas para a edição de 2014 da Expodental?

A indústria bucodental está a realizar um importante esforço de inovação. Neste sentido, a Expodental representa uma oportunidade muito esperada, ao longo dos dois últimos anos, para dar a conhecer aos profissionais as principais novidades e os avanços tecnológicos do setor. Trata-se também de um evento formativo de grande nível.

O que gostaria de melhorar no evento em relação a 2012?

Estamos a trabalhar no sentido de melhorar diferentes iniciativas que já pusemos em funcionamento na anterior edição e que demonstraram a sua eficácia, como por exemplo o Dia do Estudante, que possibilita que durante o primeiro dia da Feira os estudantes de 4º e 5º ano dos cursos de Odontologia tenham um contacto direto com a sua futura profissão. E também o Speaker’s Corner, que proporciona àquelas empresas que desejem recorrer a este serviço um meio qualificado para dar a conhecer a sua oferta.

O que podem esperar os visitantes da Expodental?

A Expodental representa um escaparate comercial especializado, onde cada dois anos a indústria bucodental apresenta os seus últimos avanços tecnológicos, fruto do seu esforço em I+D+i. O profissional vai voltar a encontrar um lugar de encontro e de negócios, onde terá a oportunidade de estreitar laços comerciais e de estabelecer proveitosas relações. Para isso, o Salão irá contar com a presença das principais empresas líder do setor, além dos seus órgãos de representação e, em particular, do seu patronato, a FENIN, Federação Espanhola de Empresas de Tecnologia Sanitária, que uma vez mais apoia a Expodental.

Quais serão as principais áreas representadas?

Um dos aspetos mais notáveis da Expodental é a sua elevada representatividade. Com a presença dos setores de equipamento e mobiliário clínico, equipamento e mobiliário protésico, consumo e instrumental de clínica, e de próteses, implantologia e serviços e informática, o Salão oferece uma ampla panorâmica da indústria bucodental.

A área de exposição é a mesma? 

A área de exposição irá ocupar os mesmos pavilhões que na anterior edição, o pavilhão 7 e o pavilhão 9, com uma superfície adequada à dimensão atual da indústria bucodental.                                        

Sentiram os efeitos da crise nas inscrições das empresas?

Na realidade não, antes pelo contrário. Como afirmei antes, temos a feira cheia e existe mesmo uma lista de espera. Trata-se de um setor forte, que espera a cada dois anos o seu encontro na Expodental, um lugar onde podem desenvolver as suas estratégias de marketing e estabelecer proveitosos contactos comerciais.

Esperam um aumento do número de visitantes?

É difícil calcular a priori a afluência de visitantes profissionais, mas fizemos um grande esforço e levamos a cabo uma intensa campanha promocional, pelo que me atrevo a fazer uma previsão que aponta para cifras pelo menos parecidas com as da anterior edição, que superaram os 22 mil participantes profissionais. Não esqueçamos que falamos de um setor muito potente, como é o caso do bucodental, que tem na Expodental a sua feira de referência a nível europeu, e que espera este encontro com grande expectativa.

Qual foi maior desafio que enfrentou desde que assumiu a direção da Expodental?

Para mim, assumir a organização de uma feira nova e de um setor novo representa sempre um grande desafio, que resulta sempre em algo muito estimulante. Ao mesmo tempo, assumir a direção de uma feira como a EXPODENTAL, com o seu prestígio e uma acreditada trajetória, representa também uma importante responsabilidade.