De acordo com os investigadores do Laboratório de Materiais Vítreos, o produto obtido através de um processo de cristalização de vidros, pode ser vantajoso quando comparado com o enxerto autógeno, com material do próprio paciente.
De acordo com os investigadores, também podem ser usadas técnicas como a prototipagem rápida, o que permitirá a partir de dados obtidos por meio de tomografia construir pedaços do produto do tamanho exato das lesões.