A investigação refere que 60% dos adultos entre os 40 e 64 anos que apresentem um fator de risco de doenças cardiovasculares, como é o caso do colesterol elevado, são tradicionalmente medicados. A OMV recomenda assim que esta prática seja melhor ponderada, aconselhando antes a “abordagem de risco total para a prevenção de ataques cardíacos e derrames”, por ser uma estratégia mais económica e eficiente.
Apenas 5% dos pacientes que apresentam fatores de risco terão um risco total alto de desenvolver complicações cardíacas.