A principal vantagem destes novos medicamentos é a redução do preço, podendo ser mais baratos 30 a 40% do que o medicamento original. O oncologista Vítor Veloso, presidente do Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro, disse ao Correio da Manhã que está preocupado devido à falta de estudos que comprovem a segurança e eficácia destes medicamentos.
“Os biossimilares ainda não estão comprovadamente estudados, o que é uma grande preocupação para todos os profissionais de saúde, mas sobretudo para os doentes”, sublinhou, defendendo que deviam “ser mais investigados”.
A Indústria Farmacêutica defende que os biossimilares são mais baratos e que a redução do preço permite aumentar o acesso dos doentes aos tratamentos de várias doenças. Estes medicamentos são disponibilizados exclusivamente pelas farmácias hospitalares e há o receio de que esse serviço possa ser feito sem o conhecimento ou autorização do médico que prescreveu.


