Os cientistas dizem, porém, que a perda de olfato não causa a morte, mas pode ser um sinal de alerta para que qualquer pessoa com problemas neste sentido por muito tempo procure um médico.
No estudo, os investigadores pediram a uma amostra representativa de adultos com idades entre 57 e 85 anos para participar num teste de cheiro. A avaliação envolveu a identificação de odores distintos, disponíveis em canetas hidrográficas impregnadas por diferentes cheiros, como hortelã, peixe, laranja, rosa e couro.
Cinco anos mais tarde, cerca de 39% dos adultos que tiveram as notas mais baixas (4 a 5 erros) havia morrido, em comparação com 19% dos que tiveram uma perda de olfato moderada e com apenas 10% daqueles com um senso de cheiro saudável (um ou nenhum erro).
“Achamos que a perda do sentido do olfato não causa diretamente a morte, mas é um prenúncio, um sistema de alerta que mostra que o dano pode ter sido feito”, refere Jayant Pinto, cientistas responsável pelo estudo.