“Esta pode ser uma forma de contornar a necessidade de administração subcutânea de um medicamento”, refere Giovanni Traverso, do Koch Institute for Integrative Cancer Research do MIT.
A nova cápsula foi testada com insulina, mas os cientistas defendem que existe a possibilidade de administrar outros fármacos, como anticorpos em doenças como o cancro e doenças autoimunes.
A equipa de investigadores planeia agora modificar a cápsula para que as contrações do trato digestivo consigam absorver lentamente o fármaco administrado à medida que o vai percorrendo.