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Novo teste descodifica indicadores de idade nos dentes

De forma a conseguirem interpretar os sinais de envelhecimento no ADN humano, os investigadores analisaram um total de 206 amostras de sangue quer de pessoas vivas como de pessoas que já faleceram, assim como 29 dentes de várias pessoas com idades entre os 19 e os 70 anos.

“O comportamento dos nossos órgãos e dos tecidos depende de qual dos nossos genes são ativados. Á medida que envelhecemos, alguns genes são ‘ligados’, enquanto outros são ‘desligados’. Este processo é parcialmente regulado pela ‘metilação’, pelo qual grupos de metilo são adicionados ao nosso ADN”, explica Bram Bekaert, um dos responsáveis pelo estudo.

Com base num conjunto de quatro marcadores de metilação do ADN associados à idade, os cientistas conseguiram prever a idade do individuo com alguma precisão. No final da análise, foi possível prever as idades das pessoas com uma margem de erro de 3,75 anos através das amostras de sangue e de 4,86 anos através das amostras dos dentes.