Em comunicado, a OM criticou a decisão que classificou como “aberrante e contraproducente” e apelou à Sociedade Civil que se “mobilize e colabore no reconhecimento do mérito dos jovens estudantes”.
Em causa está a falta de mecenas que substituam o ME para contornar esta questão. Adalmiro Fonseca, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, falou de diretores “dispostos a dar os 500 euros (valor dos prémios) do próprio bolso, se não encontrarem alternativa”.
A situação tornou-se ainda mais crítica, explicou Manuel Esperança, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares: “é inadmissível não ter sido, sequer, informado da medida. O ministério não nos respeitou, mas nós devemos respeitar os alunos”, citado pelo mesmo jornal.


