De acordo com a OMD “o cancro oral, doença prevenível associada a fatores de risco e estilos de vida modificáveis, é o sexto cancro mais comum do mundo. Conhecido pela sua agressividade quando detetado tardiamente, o cancro oral tinha, em 2008, uma incidência anual estimada de 275 mil para os cancros orais e de 130 300 para os cancros da faringe (excluindo nasofaringe), dois terços dos quais em países desenvolvidos e cerca de 50% em fases tardias da doença.”
Segundo a OMD, “a chave” para um bom resultado perante uma situação de cancro oral é o diagnóstico e o tratamento precoces. “Os clínicos devem tornar-se cada vez mais aptos a identificar, de forma rotineira, lesões potencialmente malignas, nas fases precoces do seu desenvolvimento, uma vez que a intervenção nesta altura é mais eficaz e efetiva”, defende a OMD.
O livro está disponível em PDF em http://www.omd.pt/noticias/2014/03/livrocancrooral.pdf


