O teste poderá agora começar a ser utilizado pelas agências humanitárias internacionais, que prestam cuidados às vítimas da doença nos três países mais afetados da África ocidental, Serra Leoa, Libéria e Guiné-Conakry.
O resultado deste novo tipo de diagnóstico é menos fiável que o teste até aqui usado (PCR), “mas é mais fácil de usar porque não precisa de eletricidade e pode ser realizado em pequenas instalações sanitárias ou móveis”, explicou o porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic.
No entanto, apesar de ser mais rápido aferir um diagnóstico, em caso de resultado positivo, este deverá ser confirmado através de uma análise ao sangue.


