O médico que comandou a equipa de cirurgiões, Horácio Costa, afirmou, em declarações citadas pelo jornal Público, que as quatro crianças de nove, dez, 11 e 14 anos estão a recuperar bem.
A operação iniciou-se com a recolha de matéria óssea da zona da bacia e perónio que depois foi aplicado no rosto das crianças. O implante, que tem capacidade de crescimento, deverá agora acompanhar o processo de maturação ósseo das crianças.
Segundo Horácio Costa, estas serão a partir de agora acompanhadas para verificar o crescimento do seu esqueleto facial. Até que a mandíbula atinja a maturação, as crianças usarão uma prótese dentária, mas depois deverão estar aptas a fazer implantes dentários no osso transplantado.
As técnicas cirúrgicas habituais que se seguem a uma remoção de mandíbula podem passar pelo retalho ósseo simples ou a aplicação de uma placa de titânio e parafusos, processos que implicam uma perda óssea significativa.