Para estabelecer esta relação, os investigadores usaram dados genéticos de 386 crianças e 706 adultos, focando-se na proteína keratina 75, uma vez que as mutações genéticas nesta proteína têm sido relacionadas como alguns problemas capilares, como irritação causada pelo barbear.
Segundo os cientistas, “os participantes com mutações genéticas na proteína keratina 75 tinham mais cáries dentárias que as restantes pessoas. Além disso, estas pessoas possuíam estruturas de esmalte dentário alteradas, o que sugere que a keratina estabiliza o esmalte.”
Os resultados do estudo foram publicados na revista científica ‘Journal of Clinical Investigation’.


