De acordo com o bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas, Orlando Monteiro da Silva, ao jornal Público, o rastreio começa com uma avaliação do médico de família, que “vai dar prioridade às pessoas com mais de 40 anos que sejam fumadoras e que bebam álcool em excesso”, por serem situações de risco para o desenvolvimento deste tipo de tumores. Além disso, sempre que o médico de família detete alguma lesão suspeita, o cheque deverá ser emitido a outras pessoas, independentemente da situação económica, para que o paciente possa ser observado por um dentista.
Segundo Orlando Monteiro da Silva, na biopsia feita aos pacientes será também testada a presença do vírus do papiloma humano (HPV), presente em alguns cancros orais e que pode levar a alterações no protocolo de cirurgia e de radioterapia a seguir.