O investimento em I&D passa a representar globalmente 1,2% do Produto Interno Bruto nacional, atingindo assim os níveis de Espanha (1,2%), aproximando-se dos da Irlanda (1,3%) e superando a Itália (1,1%).
Ainda provisórios, os dados referem-se aos resultados do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional (IPCTN) referente a 2007, publicados pelo Gabinete de Planeamento e Estatística (GPEARI), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
O crescimento da despesa verifica-se sobretudo nas empresas, que atingiram um investimento de 0,61% do Produto Interno Bruto, chegando a 1500 o número de empresas com actividades de I&D no ano transacto.
O Ensino Superior é, depois das empresas, o sector onde mais se gasta, representando cerca de 30% da despesa nacional total em Investigação e Desenvolvimento, com cerca de 573 milhões de euros.


