“A ideia nasceu, curiosamente, à porta da faculdade. Investigámos mais a fundo a Angelini Farmacêutica e foi ao estudar a sua ‘pipeline’ e o seu mercado que surgiu a ideia de criarmos um produto para crianças em formato de goma, com um ou mais compostos com valor terapêutico incorporado”, explicaram ao Correio da Manhã os estudantes Cláudia Vilhena, Inês Castro, Graça Costa, Leonor Costa e Tomás Albuquerque.
Os estudantes de farmácia acreditam ainda que o prémio vai fazer diferença nas suas vidas. “Ter ganho o Angelini University Award foi um enorme orgulho para nós e mostrou que, de facto, alguém considerou a nossa ideia boa. A nível pessoal teve um impacto muito positivo em todos os membros do grupo. A nível profissional foi igualmente bastante positivo, irá certamente fazer parte de todos os nossos CV”.


