No entanto, não fossem alguns problemas informáticos teriam sido mais os portugueses a receber o cheque diagnóstico, explicou o bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas.
Para Orlando Monteiro da Silva “a implementação do programa está a permitir salvar vidas e melhorar a qualidade de vida dos doentes. Quando há uma intervenção precoce não só é possível curar o doente, como garantir qualidade de vida. O número de biópsias positivas chegou aos 5%, o que está em linha com as estimativas para a prevalência do cancro oral na população portuguesa.”
Atualmente, o programa conta com a participação de 240 médicos selecionados para integrar a rede e a OMD espera que este ano o número de pessoas abrangidas pelo cheque diagnóstico suba para 5 mil.
O cancro oral é dos cancros com maior taxa de mortalidade em Portugal, essencialmente devido à sua deteção tardia.


