A organização, liderada esta edição por Jaime Alberich Mota, quis também criar momentos mais lúdicos para tornar o espaço do Congresso mais agradável. Vai haver DJ, cocktails, provas de vinhos e exposições de automóveis.
Este ano, o Congresso da Ordem dos Médicos Dentistas vai-se realizar na cidade de Lisboa. O que tem a organização previsto para esta edição?
Temos cinco salas de conferências, sendo que uma vai estar dedicada a temas socioprofissionais. É uma sala de acesso livre, gratuito e sem necessidade de inscrição prévia. Ou seja, o acesso é apenas limitado à lotação do próprio espaço.
Que tipo de palestras vão ser realizadas nesse espaço?
Serão palestras de interesse geral. Desde automotivação, a questões relacionadas com a deontologia e responsabilidade social. Mas também vamos ter reuniões da Associação Dentária Lusófona nas quais queremos congregar as comunidades dentárias de língua oficial portuguesa, como Brasil, Guiné, Angola, Macau, Moçambique…. Basicamente queremos dinamizar esta confluência de interesses. E vamos ainda procurar fazer passar a informação que a nossa atividade profissional tem um impacto bastante negativo na coluna, dada a incorrera posição em que muitas vezes nos colocamos, resultando em escolioses e outros problemas. Por isso vamos passar alguma informação sobre como podemos combater essas doenças profissionais.
O que vos levou a tornar públicas estas palestras?
Quisemos tentar aproximar mais o Congresso dos colegas. Queremos que os colegas realmente entendam que este é um congresso feito por médicos dentistas para médicos dentistas. É feito por amadores, mas de forma altamente profissional. A máquina já está muito bem montada e oleada. Queremos oferecer mais à classe, queremos ter temas mais específicos, queremos ter também temas com menos ciência e que abordem aspetos do exercício profissional do ponto de vista legal.
Nota: Ler a entrevista na íntegra na Saúde Oral nº 93 Novembro/Dezembro