A OMS considera ainda que apesar dos antibióticos permitirem viver mais tempo e com melhor saúde, a sua utilização incorreta tornou-os praticamente ineficazes em algumas décadas.
“A não ser que os numerosos atores envolvidos ajam urgentemente, de modo coordenado, o mundo caminha para uma era pós-antibióticos, onde infeções comuns e feridas menores que têm sido tratadas há décadas podem voltar a matar”, referiu o subdiretor-geral da OMS para a segurança sanitária, Keiji Fukuda.
O estudo da OMS centra-se na resistência aos antibióticos de sete bactérias responsáveis por doenças comuns como as infeções hematológicas, diarreias, pneumonias, infeções das vias urinárias e gonorreia.


