Os resultados demonstraram que as concentrações de determinadas moléculas, como o etanol e a 2-butanona, são mais elevadas em pessoas com carcinoma, podendo servir como biomarcadores para a doença.
A respiração humana contém centenas de compostos orgânicos voláteis e alguns deles podem ser usados como biomarcadores não-invasivos para vários tipos de cancro da cabeça e do pescoço.
“Para já isto é apenas um estudo preliminar e temos que conseguir obter exemplos mais significativos, mas é um passo na direção certa e pode vir a ser uma alternativa a outros biomarcadores, não só para estes tipos de cancro, mas para outros, como o cancro do pulmão, onde a deteção precoce é chave”, refere Rafael García, um dos autores do estudo.