Em comunicado, a FDI revelou que defende a diminuição da utilização do amálgama dentário (em vez da sua proibição) através de “um incremento da prevenção e promoção da saúde oral, de um aumento da investigação e desenvolvimento de materiais alternativos e da adoção das melhores práticas de tratamento de resíduos do amálgama dentária”.
A Convenção de Minamata visa a adoção de um entendimento sobre a redução de emissões de mercúrio para a atmosfera, água e terra. Delegados de mais de 130 países reuniram-se em Genebra para elaborar o texto desta convenção mundial que vai limitar as emissões.
“A solução apresentada pela Convenção reflete as preocupações com a segurança da saúde pública e ambiente”, sublinha o presidente da FDI, Orlando Monteiro da Silva. “Estamos também satisfeitos com o fato da Convenção reconhecer a necessidade de estabelecer programas nacionais para prevenir as doenças orais e defenda mais investigação e desenvolvimento de materiais alternativos. A FDI apoia uma diminuição faseada, baseada na prevenção e investigação de novos materiais para preenchimento dentário e na utilização das melhores práticas os utilizar”.
Recorde-se que as cáries dentárias afetam 90% da população mundial, sendo por isso um problema mundial de saúde pública.


