O estudo inquiriu 112 pacientes que já haviam sofrido um enfarte e fez análises cardiológicas, bioquímicas e periodontais a todos eles. Depois de analisados todos os dados, os investigadores concluíram que a extensão e a severidade da periodontite está positivamente associada à gravidade dos enfartes sofridos pelos pacientes.
Francisco Mesa Aguado, um dos cientistas envolvidos no estudo, explica que “a periodontite crónica é um fator de risco e desempenha um papel importante no prognóstico dos enfartes do miocárdio.”
Segundo os cientistas é necessário que os pacientes com doenças periodontais, e que já tenham sofrido de enfartes, sejam acompanhados com frequência através de check-ups de forma a determinar a severidade dos seus casos e a sua evolução clínica.