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SPEMD afirma segurança do amálgama dentário

SPEMD afirma segurança do amálgama dentário

Após a reportagem exibida pela RTP sobre um estudo efetuado em crianças da Casa Pia de Lisboa para avaliar os efeitos na saúde do amálgama dentário de mercúrio, a Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária (SPEMD) afirma que o amálgama dentário é um dos materiais, disponíveis para a restauração médica, “mais estudados e mais seguros”. 

Em comunicado, a SPEMD sublinha que a “segurança da sua utilização” é reconhecida pelas principais associações científicas e profissionais internacionais na área da medicina dentária. O seu uso é atestado através “de vários relatórios e pareceres”, como é o caso da Organização Mundial de Saúde, Comissão Europeia, Federação Dentária Internacional, Council of European Dentists, U.S. Food and Drug Administration e American Dental Association.

A SPEMD garante que não existe “evidência científica que correlacione a utilização do amálgama dentário com patologias sistémicas, salvo raros casos de alergia a qualquer um dos componentes deste material de restauração”.

A Sociedade relembra que este material é usado há mais de 150 anos, existindo atualmente no mundo “milhões de portadores deste tipo de restaurações”, não aconselhando a remoção ou substituição indiscriminada do amálgama em causa. 

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