Em comunicado, a SPEMD sublinha que a “segurança da sua utilização” é reconhecida pelas principais associações científicas e profissionais internacionais na área da medicina dentária. O seu uso é atestado através “de vários relatórios e pareceres”, como é o caso da Organização Mundial de Saúde, Comissão Europeia, Federação Dentária Internacional, Council of European Dentists, U.S. Food and Drug Administration e American Dental Association.
A SPEMD garante que não existe “evidência científica que correlacione a utilização do amálgama dentário com patologias sistémicas, salvo raros casos de alergia a qualquer um dos componentes deste material de restauração”.
A Sociedade relembra que este material é usado há mais de 150 anos, existindo atualmente no mundo “milhões de portadores deste tipo de restaurações”, não aconselhando a remoção ou substituição indiscriminada do amálgama em causa.


