O estudo “incide na reparação de defeitos ósseos graves dos maxilares superiores permitindo a posterior colocação de implantes dentários e reabilitação com próteses fixas”, refere o coordenador do estudo, Fernando Guerra.
Com esta técnica, a recuperação do esqueleto facial é possível “através de uma cirurgia, sob anestesia local, para a aplicação de enxertos ósseos frescos congelados de cadáver que permitem a restituição da correta anatomia do maxilar. A colocação dos implantes dentários ocorre cinco meses após a intervenção inicial, de forma segura e previsível”, conclui.
Segundo os cientistas, esta técnica permite a reabilitação oral dos pacientes sem que seja necessária colheita de osso no próprio indivíduo em localizações como a crista ilíaca ou o osso parietal, evitando o internamento hospitalar e sequelas.


