Intitulada PEGASEMP, esta inovação já tem duas patentes nos EUA e, se os testes em humanos forem bem-sucedidos, pode estar disponível no mercado dentro de três anos.
“A PEGASEMP é 80 vezes mais pequena do que uma célula. Quando administrada na corrente sanguínea do paciente reconhece tumores e liberta o tratamento de quimioterapia como se de uma granada se tratasse”, referiu ao site Boas Notícias sócia-fundadora da Treat U, Vera Dantas Moura.
Além de atuar de forma mais direcionada e inteligente, esta nanopartícula aumenta a eficácia das terapias oncológicas “reduzindo os efeitos nas células saudáveis ao diminuir a acumulação do fármaco nos órgãos que não têm lesão, o que não acontece com outros tratamentos de quimioterapia convencionais”.
Este tratamento, administrado por via intravenosa, já foi testado com sucesso em ratinhos com cancro da mama, o que levou a que a PEGASEMP já tenha conseguido duas patentes.
Dentro de dois anos, a Treat U deverá começar os testes em humanos e em caso de sucesso a nova terapia deverá entrar no mercado já em 2017.