Segundo o “Correio da Manhã”, as duas instituições foram pioneiras num projecto deste género, que decorreu entre 2002 e 2005, e que permitiu a 106 médicos a obtenção de um certificado de equivalências que lhes permite exercer no país.
O russo Sergey Borisushkin e a moldava Ludmila Sirghi são apenas dois dos médicos que já viram as suas licenciaturas reconhecidas, estando, neste momento, na faculdade a concluir as suas especializações.