Depois de uma investigação que durou quatro anos, os investigadores sintetizaram tungstato de prata utilizando um novo processo que resultou num composto com propriedades bactericida, fungicida, fotoluminescente e fotodegradante.
“Existem vários compostos e, de acordo com a síntese, descobre-se propriedades diferentes. O tungstato de prata já existia e tinha sido sintetizado por processos clássicos. Nós sintetizámos por um processo totalmente diferente, o hidrotermal assistido por microondas”, explicou um dos investigadores.
O novo material, originário da prata, atua no metabolismo da bactéria e impede que ela se desenvolva. O estudo prevê ainda outras aplicações para o material. Por exemplo, se for misturado a tintas pode garantir que paredes de hospitais estejam definitivamente livres de bactérias e fungos.